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Modas e modos nos tempos do Império

Publicado por Jean-Yves em 29/08/2017
 

A aparência tinha muito a dizer sobre a sociedade nos tempos do Império. O homem tentava fazer da mulher uma criatura tão diferente dele, quanto possível. Ele, o sexo forte, ela o fraco; ele o sexo nobre, ela, o belo.

O culto pela mulher frágil, que se reflete nesta etiqueta e na literatura e também no erotismo de músicas açucaradas, de pinturas românticas; esse culto pela mulher é, segundo Gilberto Freyre, um culto narcisista de homem patriarcal, de sexo dominante que se serve do oprimido – dos pés, das mãos, das tranças, do pescoço, das ancas, das coxas, dos seios como de alguma coisa quente e doce que lhe amacie, excite e aumente a voluptuosidade e o gozo.

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